quarta-feira, 4 de janeiro de 2012


É triste sabe? Ás vezes paro pra pensar, e sinto falta. Muita falta mesmo. As pessoas mudaram. A vida mudou. E eu cresci. Tudo ficou mais complicado. O amor apareceu. A falsidade já é normal. A realidade? Deixou de existir. O “eu te amo” virou “olá, tudo bem com você?”. Os sonhos só aumentam. Realizá-los? Nem pensar. Não podemos esquecer do medo. O corpo de alguém deixou de ser apenas um detalhe. Virou até mais importante que o coração! O peitoral definido deixou de ser opção. É essencial. O bullying virou desculpa pra fazer merda. As pessoas julgam sem conhecer. Temem o desconhecido. Taxam de boazinha aquela ou aquele que troca uma noite na balada por uma noite no computador. Virou encalhada(o) aquela(e) que se valoriza. É o fodão quem “pega” dez no mesmo dia. Garotas são disputadas, e gostam disso. Sexo virou competição. Tamanho de short virou tamanho de cérebro. Cor de cabelo também. Homens? Mulheres? Raros! E ao invés de viverem, as pessoas só, apenas existem. E quando me perguntam “está tudo bem?” digo que não. Por que? Por que está tudo indo. Como assim? Bem, as coisas estão se complicando, tudo está mudando. E eu? Bem, eu estou aqui, vendo tudo isso acontecer…


É triste sabe? Ás vezes paro pra pensar, e sinto falta. Muita falta mesmo. As pessoas mudaram. A vida mudou. E eu cresci. Tudo ficou mais complicado. O amor apareceu. A falsidade já é normal. A realidade? Deixou de existir. O “eu te amo” virou “olá, tudo bem com você?”. Os sonhos só aumentam. Realizá-los? Nem pensar. Não podemos esquecer do medo. O corpo de alguém deixou de ser apenas um detalhe. Virou até mais importante que o coração! O peitoral definido deixou de ser opção. É essencial. O bullying virou desculpa pra fazer merda. As pessoas julgam sem conhecer. Temem o desconhecido. Taxam de boazinha aquela ou aquele que troca uma noite na balada por uma noite no computador. Virou encalhada(o) aquela(e) que se valoriza. É o fodão quem “pega” dez no mesmo dia. Garotas são disputadas, e gostam disso. Sexo virou competição. Tamanho de short virou tamanho de cérebro. Cor de cabelo também. Homens? Mulheres? Raros! E ao invés de viverem, as pessoas só, apenas existem. E quando me perguntam “está tudo bem?” digo que não. Por que? Por que está tudo indo. Como assim? Bem, as coisas estão se complicando, tudo está mudando. E eu? Bem, eu estou aqui, vendo tudo isso acontecer…

Nenhum comentário:

Postar um comentário